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Nova fase da Operação Mensageiro: acusação mira contratos, mas não envolve propina a ex-prefeito

Nova fase da Operação Mensageiro: acusação mira contratos, mas não envolve propina a ex-prefeito

Nova fase da Operação Mensageiro: acusação mira contratos, mas não envolve propina a ex-prefeito
Nova fase da Operação Mensageiro: acusação mira contratos, mas não envolve propina a ex-prefeito (Foto: Reprodução)

Nova fase da Operação Mensageiro: acusação mira contratos, mas não envolve propina a ex-prefeito


O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) ofereceu na semana passada uma nova denúncia no âmbito da Operação Mensageiro, desta vez detalhando supostos crimes em licitações e contratos administrativos no município de Rio do Sul entre 2021 e 2022. A denúncia, referente à sexta fase da operação, mira dez pessoas, incluindo o ex-prefeito José Thomé (PSD), servidores públicos e empresários ligados às empresas Saay’s Soluções Ambientais (antiga Say Muller) e Grupo Serrana (atual Versa).


As acusações se concentram em duas práticas criminosas distintas: fraude na execução de um contrato de coleta de lixo e frustração do caráter competitivo de uma licitação posterior para os mesmos serviços. O ex-prefeito é acusado de ter favorecido o consórcio vencedor, que trabalhava para eliminar da disputa uma concorrente. Não há na denúncia menção a recebimento de dinheiro ou outra vantagem para José Thomé.


A denúncia do MPSC derivada da sexta fase da Operação Mensageiro aponta dois ramos diferentes da investigação. No primeiro, é apontado um suposto esquema entre Say Muller e Serrana para vencer a disputa pelos serviços de coleta, transporte e destinação final de lixo com sobrepreço. A segunda denúncia trata da suposta atuação dos empresários junto ao poder público para impedir a disputa pelo contrato.


O ex-prefeito nega ter recebido a empresária Schirle Scottini a portas fechadas. Segundo ele, além de dois advogados da empresária, também estavam presentes os secretários de Administração, Fazenda e o procurador jurídico.


Segundo Thomé, na reunião a empresária pediu a prorrogação do contrato emergencial por um ano em vez do pregão que seria realizado seis dias depois. O pedido foi negado com base no entendimento da procuradoria jurídica.


"Não é errado receber na prefeitura e com minha equipe técnica um prestador de serviços. Errado seria eu ir até a empresa, que nem sei onde fica." , disse José Thomé.


Fonte: Upiara Boschi

Foto: O Globo


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