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Julgamento de Bolsonaro: direita de SC compara com ‘tortura’ e esquerda ressalta "democracia"

Julgamento de Bolsonaro: direita de SC compara com ‘tortura’ e esquerda ressalta "democracia"

Julgamento de Bolsonaro: direita de SC compara com ‘tortura’ e esquerda ressalta "democracia"
Julgamento de Bolsonaro: direita de SC compara com ‘tortura’ e esquerda ressalta "democracia" (Foto: Reprodução)

Julgamento de Bolsonaro: direita de SC compara com ‘tortura’ e esquerda ressalta "democracia"


O STF (Supremo Tribunal Federal) iniciou, nesta terça-feira (2), às 9h, o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro. A audiência gerou repercussão entre políticos de esquerda e de direita em Santa Catarina.


O ex-presidente e outros sete réus respondem por tentativa de golpe de Estado para reverter o resultado das eleições de 2022. Aliados de Bolsonaro em SC consideram que o julgamento visa “apagar o nome dele da história”. A oposição pede a sua prisão. 


Em entrevista ao repórter Henrique Lessa, do ND Mais, em Brasília, Pedro Uczai (PT) disse que o julgamento marca “um momento importante para a história do Brasil e para a reafirmação da democracia”. “Espero que seja julgado à luz da Constituição, com amplo direito de defesa. Mas, com as provas robustas, a condenação é necessária e indispensável para termos paz e prosperidade para a democracia no nosso país”, afirmou.


O deputado estadual Marquito (Psol) declarou que o julgamento representa um grande dia para o país. “O Brasil dá exemplo ao mundo ao julgar, pela primeira vez, um ex-presidente por tentativa de golpe de Estado e abolição violenta do Estado Democrático de Direito. É a democracia brasileira mostrando sua força. Que a Justiça alcance todos os responsáveis”, afirmou.


Leonel Camasão (Psol), vereador de Florianópolis, destacou as faixas espalhadas pela capital catarinense nesta terça-feira, que pedem a prisão de Jair Bolsonaro. “Não tem chuva ou tempo ruim pra desejar que um sujeito que nos causou tanto mal apodreça na cadeia. Parabéns aos que fizeram esta justa ‘homenagem'”, afirmou.


Ex-presidente do PT em Santa Catarina, Décio Lima disse que está em jogo a defesa da Constituição, da democracia e do direito soberano do povo de escolher seus governantes pelo voto. “O STF inicia o julgamento de Bolsonaro e aliados por tentativa de golpe em 2022. É hora de enfrentar quem quis destruir a democracia. O ex-presidente será julgado também pelos crimes de organização criminosa e dano qualificado contra o patrimônio da União”, disse o político.


Falando pelo lado da Direita, a Deputada federal de Santa Catarina, Carol de Toni (PL) argumenta que o julgamento se trata de um caso com “sentença definida”, em que o ex-presidente é visto como culpado por crimes que não cometeu. “O único ‘crime’ de Jair Bolsonaro é amar o Brasil e está sendo julgado não pelos fatos, mas por narrativas, numa clara tentativa de criminalizar a divergência política e, assim, ferir a democracia”, afirmou em suas redes sociais.


Em coletiva de imprensa na casa do deputado Zucco (PL-RS), local em que deputados bolsonaristas se reuniram para acompanhar a sessão do STF, a parlamentar disse que o julgamento se trata de uma “perseguição política e revanchismo” em uma “ditadura judicial”. Após o início do julgamento de Bolsonaro, o deputado catarinense Zé Trovão (PL) afirmou que “começou a maior tortura contra um homem inocente que doou sua vida por cada um de nós”.


O parlamentar complementou, em outra publicação, dizendo que “o mundo precisa saber que estamos ao lado desse homem que está dando a vida pela nossa liberdade”.


A deputada federal Daniela Reinehr (PL) declarou que esta terça-feira será um dia que ficará marcado na história do Brasil, “ou será marcado pela verdadeira Justiça, ou pela injustiça”. “Este homem não está sendo julgado por seus atos ou condutas. Ele está sendo julgado e atacado por ser divergente, por não se inserir ao sistema e por uma perseguição jamais vista igual”, afirma.


O deputado estadual Jessé Lopes (PL) disse que o julgamento de Bolsonaro é “o mais injusto da história desse país” e que a direita “ainda vai virar esse jogo”. “Um julgamento de cartas marcadas que todos já sabem o resultado, de um julgamento que nem deveria existir, de provas que não existem e crimes inexistentes”, conclui o parlamentar.


Fonte: Portal ND

Reportagem: Kauê Alberguini

Foto: Alan Santos/PR/ND


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