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Paciente volta ao fim da fila do SUS após cirurgia cancelada depois de 3 anos de espera e será indenizado

Paciente volta ao fim da fila do SUS após cirurgia cancelada depois de 3 anos de espera e será indenizado

Paciente volta ao fim da fila do SUS após cirurgia cancelada depois de 3 anos de espera e será indenizado
Paciente volta ao fim da fila do SUS após cirurgia cancelada depois de 3 anos de espera e será indenizado (Foto: Reprodução)

Paciente volta ao fim da fila do SUS após cirurgia cancelada depois de 3 anos de espera e será indenizado 


Um paciente de Taió que aguardava desde 2021 por uma cirurgia de revisão da prótese de quadril teve o procedimento cancelado um dia antes da data marcada e voltou para o fim da fila do SUS.


Agora, uma decisão judicial determinou que o Estado e o município realizem a cirurgia em até 30 dias.


Além da realização do procedimento, a Justiça também condenou o Estado de Santa Catarina e o Município de Taió públicos ao pagamento de R$ 10 mil por danos morais pelos prejuízos causados ao paciente.


Segundo o processo, a cirurgia estava marcada para maio de 2024, após cerca de três anos de espera. No entanto, o procedimento foi cancelado na véspera por falta de materiais cirúrgicos.


Após o cancelamento, o paciente foi novamente incluído na fila do SUS, mas passou a ocupar uma posição atrás de mais de 100 pessoas que antes estavam depois dele na espera.


Um laudo médico confirmou que o paciente tem uma luxação na prótese total do quadril direito e precisa realizar uma cirurgia de revisão, com a substituição do implante.


Na decisão, o juiz destacou que a situação ultrapassou a demora comum do sistema público de saúde, já que o paciente perdeu a posição que já havia conquistado na fila e continuou convivendo com dores intensas, limitação de mobilidade e necessidade de uso contínuo de medicamentos.


Caso a cirurgia não seja realizada no prazo determinado, o Estado e o Município de Taió terão que pagar multa diária de R$ 1 mil, limitada inicialmente a R$ 60 mil. A sentença foi publicada em 28 de julho e ainda cabe recurso.


Fonte: Portal ND 


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