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Mistério sobre morte de ex-policial militar é esclarecido e dois homens são indiciados em Taió, no Alto Vale do Itajaí

Mistério sobre morte de ex-policial militar é esclarecido e dois homens são indiciados em Taió, no Alto Vale do Itajaí

Mistério sobre morte de ex-policial militar é esclarecido e dois homens são indiciados em Taió, no Alto Vale do Itajaí
Mistério sobre morte de ex-policial militar é esclarecido e dois homens são indiciados em Taió, no Alto Vale do Itajaí (Foto: Reprodução)

Mistério sobre morte de ex-policial militar é esclarecido e dois homens são indiciados em Taió, no Alto Vale do Itajaí


Dois homens foram indiciados pela morte do ex-policial militar Dário Cesar Vessel Cardoso, que teve o corpo encontrado em um córrego no bairro Ribeirão Pinheiro, em Taió, às margens do Rio Itajaí do Oeste, nas proximidades da rodovia SC-350, em 3 de julho.


O inquérito foi concluído pela Polícia Civil após a coleta de depoimentos de testemunhas, interrogatórios dos suspeitos e análise dos laudos periciais elaborados pela Polícia Científica.


A vítima ficou desaparecida por quase uma semana, até que o corpo foi encontrado na água em estado de decomposição. Com a localização do cadáver, a equipe policial iniciou a investigação.


Segundo o delegado Filipe Martins, as investigações revelaram que Dário teria sido agredido por suas pessoas em situação de rua, próximo a data de seu desaparecimento.


Os suspeitos foram identificados e confessaram as agressões, mas inicialmente alegaram que a vítima teria se jogado na água para fugir deles.


No entanto, a versão dos suspeitos foi confrontada com a ajuda de testemunhas e o resultado da necropsia realizada pela Polícia Científica, que apontou a asfixia mecânica como a causa da morte, afastando a hipótese de afogamento.


Os elementos colhidos indicaram que a vítima foi agredida e asfixiada, sendo o corpo posteriormente lançado no rio para ocultar o crime.


A Polícia Civil indiciou os dois homens por homicídio qualificado (por motivo fútil) e ocultação de cadáver. Eles estão presos temporariamente.


Com o inquérito concluído, a Polícia Civil pediu a conversão das custódias temporárias em prisões preventivas. A medida está sob análise do Poder Judiciário após manifestação do Ministério Público.


Fonte: Portal ND 


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