SC desbanca SP e assume a liderança como o Estado com a menor taxa de mortes violentas do Brasil
SC desbanca SP e assume a liderança como o Estado com a menor taxa de mortes violentas do Brasil
SC desbanca SP e assume a liderança como o Estado com a menor taxa de mortes violentas do Brasil
Pela primeira vez desde 2014, São Paulo foi desbancado da liderança como O estado com a menor taxa de mortes violentas no Brasil. Em 2025, quem assumiu essa posição foi Santa Catarina, com 7,6 casos a cada 100 mil habitantes, conforme os dados do Anuário de Segurança Pública, do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, divulgados nesta quinta-feira (23).
São Paulo ficou com o segundo menor índice do Brasil, com 7,8 mortes a cada 100 mil habitantes. Santa Catarina teve uma queda na taxa de 2024 para 2025, de 8,6 para 7,6.
Em território catarinense, foram, ao todo, 622 mortes violentas em 2025. Em números absolutos, o estado ficou atrás de Roraima, que registrou 144 casos, do Acre (191), Distrito Federal (287), Tocantins (307), Amapá (343); Rondônia (493), Sergipe (508), Piauí (579) e Mato Grosso do Sul (591).
De 2024 para 2025, Santa Catarina teve uma queda de 11,1% no número de mortes violentas, já que no ano anterior foram 689 casos registrados. Com o resultado, Santa Catarina se enquadra entre os 10 estados brasileiros que tiveram uma taxa menor que a nacional, ao lado do Amazonas, Piauí, Goiás, Paraná, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Distrito Federal e São Paulo.
Ao g1, o gerente de programas do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, David Marques, afirmou que alguns fatores podem ter contribuído para a melhora na taxa de mortes violentas em Santa Catarina. Entre eles, o tamanho do Estado e as políticas de segurança locais. Para ele, o Estado pode ser visto como exemplo “do ponto de vista da política de segurança pública, do contexto criminal, das dinâmicas criminais organizadas, que podem ajudar a iluminar alguns caminhos possíveis também para o restante do país”.
Confira as 10 menores taxas de mortes violentas do Brasil:
Santa Catarina — 7,6 casos a cada 100 mil habitantes;
São Paulo — 7,8 casos a cada 100 mil habitantes;
Distrito Federal — 9,6 casos a cada 100 mil habitantes;
Rio Grande do Sul — 11,3 casos a cada 100 mil habitantes;
Espírito Santo — 12,0 casos a cada 100 mil habitantes;
Minas Gerais — 12,9 casos a cada 100 mil habitantes;
Paraná — 15,5 casos a cada 100 mil habitantes;
Goiás — 16,5 casos a cada 100 mil habitantes;
Piauí — 17,1 casos a cada 100 mil habitantes;
Amazonas — 18,5 casos a cada 100 mil habitantes.
Fonte: Portal NSC
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