Vacina mais avançada contra pneumonia e meningite passa a ser oferecida pelo SUS em SC
Vacina mais avançada contra pneumonia e meningite passa a ser oferecida pelo SUS em SC
Vacina mais avançada contra pneumonia e meningite passa a ser oferecida pelo SUS em SC
Santa Catarina recebeu 20.170 doses da vacina pneumocócica conjugada 20-valente, a Pneumo 20. A vacina, oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS), é a mais avançada contra a pneumonia e a meningite. O imunizante será gradualmente inserido no esquema vacinal das crianças de até cinco anos.
A oferta da vacina busca proteger o público infantil contra doenças graves causadas pela bactéria Streptococcus pneumoniae. O novo imunizante passa a integrar o Calendário Nacional de Vacinação Infantil e a rotina dos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE).
Conforme divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), a distribuição às Regionais de Saúde iniciou nesta semana. A primeira remessa é destinada à rotina de vacinação das crianças e a aplicação começará nas unidades de saúde dos municípios. A Pneumo 20 substituirá gradualmente a vacina pneumocócica 10-valente (Pneumo 10).
A vacina Pneumo 20 protege os pacientes contra 20 sorotipos da bactéria Streptococcus pneumoniae, ampliando a cobertura contra formas graves da doença pneumocócica. Além de prevenir doenças invasivas, a incorporação da vacina acompanha a evolução do perfil epidemiológico dos sorotipos circulantes.
De acordo com a SES, a doença pneumocócica é uma das principais causas de infecções graves na infância. Além da pneumonia e da meningite, a bactéria pode causar infecções generalizadas, como a sepse, e deixar sequelas permanentes. A ampliação da proteção é considerada um importante avanço na prevenção dessas doenças.
"A nova vacina representa um importante avanço para a saúde pública. A ampliação da proteção contra um número maior de sorotipos da bactéria pneumocócica contribui para reduzir internações, complicações e óbitos, especialmente entre as crianças menores de cinco anos, que estão entre os grupos mais vulneráveis às formas graves da doença.", destaca João Augusto Fuck, diretor da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVE).
Fonte: Portal NSC
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