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Laboratório clandestino de anabolizantes é encontrado em Rio do Sul.

Laboratório clandestino de anabolizantes é encontrado em Rio do Sul.

Laboratório clandestino de anabolizantes é encontrado em Rio do Sul.
Laboratório clandestino de anabolizantes é encontrado em Rio do Sul. (Foto: Reprodução)

Laboratório clandestino de anabolizantes é encontrado em Rio do Sul.


Na manhã desta terça-feira (10), a Polícia Civil encontrou um laboratório clandestino de anabolizantes em Rio do Sul, no Alto Vale do Itajaí, Santa Catarina. A operação, chamada Quebra de Ciclo, também ocorreu nas cidades de Agrolândia, Pomerode e Blumenau, além de Bauru/SP, resultando na prisão de quatro pessoas, incluindo dois nutricionistas.


De acordo com a Polícia Civil, a investigação, que culminou na operação, teve início há um ano após monitoramento da distribuição em Blumenau. Os endereços passaram a ser monitorados para confirmar se o produto vinha pronto ou se a produção era feita em residência. “Hoje constatamos que os envolvidos recebiam os insumos e nesta residência em Rio do Sul produziam o anabolizante, saindo posteriormente para comercialização”, explica o delegado Ronnie Esteves, da Divisão de Investigação Criminal (DIC) de Blumenau.


Uma mulher, responsável pela produção dos anabolizantes, e um nutricionista, que receitava o uso das substâncias, foram detidos no local do laboratório clandestino em Rio do Sul e encaminhados à delegacia para esclarecimentos.


Além de diversos insumos, embalagens e substâncias químicas, os policiais apreenderam equipamentos eletrônicos, que vão ajudar na investigação e identificar outros envolvidos.


Um mandado de prisão também foi cumprido em Bauru/SP. Segundo a Polícia Civil, no local foram encontrados diversos materiais utilizados para produção dos anabolizantes, além de substâncias prontas para comercialização. Estes insumos supostamente abasteciam o laboratório clandestino em Rio do Sul.


A investigação revelou que o coordenador da organização criminosa, preso em Pomerode, também era nutricionista. Além de organizar o esquema, ele também era responsável por receitar e comercializar os anabolizantes fabricados no laboratório clandestino.


A apuração inicial aponta que o grupo teve uma movimentação financeira de aproximadamente R$ 1,2 milhão com a comercialização dos anabolizantes. Os anabolizantes produzidos de forma clandestina eram feitos a partir do laboratório montado em uma residência no bairro Sumaré, em Rio do Sul. Posteriormente era distribuído por todo o país, aponta a investigação.


O grupo usava as redes sociais para divulgar os produtos da suposta empresa. Inclusive o nutricionista que indicava os anabolizantes marcava em posts o perfil do laboratório clandestino. De acordo com a Polícia Civil, durante a investigação, não foi identificada ocorrência de problemas relacionado ao consumo.


Fonte: Portal ND

Reportagem: Adriano Lins

Foto: Luciano Cerin/NDTV


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