Três motivos para a vitória do Grêmio sobre o Coritiba
Três motivos para a vitória do Grêmio sobre o Coritiba
Três motivos para a vitória do Grêmio sobre o Coritiba
Uma vitória que serve mais para respirar do que para empolgar. Neste domingo (26), na Arena, o Grêmio venceu o Coritiba por 1 a 0, encerrou uma sequência de cinco jogos sem vencer no Brasileirão e voltou a somar pontos importantes na tabela. Com o resultado, chegou aos 16 pontos após 13 rodadas e ocupa a 11ª colocação.
O desempenho, porém, não encantou. Em muitos momentos, especialmente no segundo tempo, o time de Luís Castro teve dificuldade para transformar controle em chances claras e por vezes a sofreu com investidas do adversário. Ainda assim, contou com um protagonista decisivo, um ajuste estrutural que começa a dar sinais e um contexto de jogo favorável para garantir o resultado.
No compromisso anterior pelo Brasileirão, em derrota para o Cruzeiro, Luís Castro havia prometido mudanças estruturais na equipe. Eram necessárias. A resposta começou a aparecer no jogo seguinte contra o Confiança, pela Copa do Brasil, quando o treinador abandonou o modelo com três volantes e apostou em um meio-campo mais leve. No entanto, por se tratar de um adversário mais frágil, a leitura ficou condicionada.
Diante do Coritiba, pela primeira vez no Brasileirão, o novo esquema pôde ser observado com maior grau de exigência. Com Arthur e Leonel Pérez na base e Gabriel Mec mais avançado, o Grêmio ganhou em fluidez, especialmente no primeiro tempo, e conseguiu envolver o adversário com mais naturalidade, tanto que balançou as redes quatro vezes, embora só uma delas tenha sido válida.
A mudança potencializou peças específicas. Arthur voltou a ter liberdade para organizar e participou mais do jogo, enquanto jovens como Mec e Pedro Gabriel apareceram com frequência nas ações ofensivas. Enamorado também cumulou vitórias pessoais pelo lado direito, todos os principais lances passaram por ele. Mesmo sem transformar o volume em domínio constante, o modelo se mostrou mais funcional do que o anterior.
Dentro desse novo contexto, Gabriel Mec foi o grande destaque da partida. O jovem meia de 18 anos teve liberdade para circular e se tornou o principal articulador das jogadas gremistas. Ele deu as caras logo aos 2 minutos, com chute que tirou tinta da trave.
Foi dele o gol da vitória. Após jogada construída pelo lado direito, Mec apareceu na área e finalizou da marca do pênalti para marcar pela primeira vez como profissional.
O jovem teve personalidade para assumir o protagonismo mesmo em um time que oscilou. Foi quem deu sentido às ações e reforçou a ideia de que pode ser uma peça central no novo desenho da equipe. Decisivo, oportunista e com leitura de jogo, Mec começa a provar o porquê desde muito cedo desperta interesse do futebol europeu.
Fonte: Portal GZH
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