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“Temos que aceitar”, diz Lula sobre eventual derrota nas eleições

“Temos que aceitar”, diz Lula sobre eventual derrota nas eleições

“Temos que aceitar”, diz Lula sobre eventual derrota nas eleições
“Temos que aceitar”, diz Lula sobre eventual derrota nas eleições (Foto: Reprodução)

“Temos que aceitar”, diz Lula sobre eventual derrota nas eleições


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que aceitará o resultado das eleições de 2026, mesmo em um cenário de derrota, ao comentar a possibilidade de vitória do senador Flávio Bolsonaro (PL).


A declaração foi dada em entrevista à revista alemã Der Spiegel, publicada nesta quinta-feira (16).


“Quando o povo toma uma decisão, seja de direita, de esquerda ou de centro, temos que aceitar o resultado”, afirmou o presidente.


Ao abordar a disputa eleitoral, o líder brasileiro adotou tom institucional ao defender o respeito ao resultado das urnas, independentemente de quem vença.


Na entrevista, ele não confirmou oficialmente se será candidato à reeleição em 2026, mas indicou que acompanha o cenário político.


“Estou com a cabeça e o corpo 100% em forma. Quero viver até os 120 anos”, disse.


O presidente também fez críticas ao avanço de movimentos de direita no cenário global.


“Não há lugar aqui para fascistas, para pessoas que não acreditam na democracia. Essa ideologia de direita que domina o mundo não tem futuro. Em vez de ideias, ela só espalha ódio e mentiras”, declarou.


Durante a entrevista, o ex-metalúrgico criticou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao comentar conflitos internacionais.


Trump não foi eleito imperador do mundo. Ele não pode ficar ameaçando outros países com guerra o tempo todo”, disse.


O presidente brasileiro também afirmou que um eventual conflito envolvendo o Irã teria impacto direto sobre países mais pobres.


“É inaceitável que Trump inicie uma guerra com o Irã e que os pobres da África e da América Latina paguem o preço.”


O presidente brasileiro ainda avaliou o cenário internacional como instável e criticou a atuação das potências globais.


“É como se estivéssemos à deriva em alto mar, em um navio sem capitão”, afirmou.


Ele também voltou a defender mudanças no funcionamento do Conselho de Segurança da ONU, citando a atuação das grandes potências em conflitos recentes.


Fonte: Portal ND


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