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Santa Catarina tem um dos maiores salários mínimos regionais do país

Santa Catarina tem um dos maiores salários mínimos regionais do país

Santa Catarina tem um dos maiores salários mínimos regionais do país
Santa Catarina tem um dos maiores salários mínimos regionais do país (Foto: Reprodução)

Santa Catarina tem um dos maiores salários mínimos regionais do país


Santa Catarina é o estado com o segundo maior salário mínimo do país. Com a sanção da nova lei pelo governador Jorginho Mello que atualiza o piso regional, os trabalhadores catarinenses passam a ter remuneração mínima entre R$ 1.842 e R$ 2.106, valores que ficam de 13,6% a 29,9% acima do salário mínimo nacional.


Mesmo na faixa inicial, o salário mínimo regional catarinense já é 13,6% superior ao salário mínimo nacional, atualmente fixado em R$ 1.621. Isso significa R$ 221 a mais no bolso do trabalhador catarinense. Na faixa mais alta essa diferença chega a R$ 485, o que representa 29,9% acima do piso nacional, reforçando o posicionamento de Santa Catarina entre os estados com as melhores remunerações mínimas do país.


“O reajuste de 6,49% aprovado para o salário mínimo regional garante ganho real para os trabalhadores catarinenses, valoriza quem produz e movimenta a nossa economia, o que significa mais dinheiro no bolso de quem trabalha”, disse o governador Jorginho Mello sobre o percentual que ficou 2,23% acima da inflação de 2025.


O piso regional é aplicado a categorias que não possuem salário mínimo definido em lei federal, convenção ou acordo coletivo de trabalho, funcionando como uma garantia de remuneração mínima para diversos setores da economia.


Com a nova lei, os pisos catarinenses ficam distribuídos em quatro faixas, conforme as atividades econômicas:


. Primeira faixa: passa de R$ 1.730 para R$ 1.842, abrangendo trabalhadores da agricultura, pecuária, indústrias extrativas, pesca e aquicultura, empregados domésticos, construção civil, entre outros.


. Segunda faixa: passa de R$ 1.792 para R$ 1.908, incluindo trabalhadores das indústrias do vestuário, calçados, papel e papelão, comunicações e telemarketing, entre outros.


. Terceira faixa: passa de R$ 1.898 para R$ 2.022, abrangendo trabalhadores das indústrias químicas e farmacêuticas, alimentação e comércio em geral.


. Quarta faixa: passa de R$ 1.978 para R$ 2.106, destinada a setores como indústrias metalúrgicas, mecânicas, gráficas, processamento de dados, motoristas e trabalhadores de serviços de saúde.

Os novos valores passam a valer retroativamente a 1º de janeiro de 2026, conforme estabelece a legislação sancionada pelo governador.


Segundo estimativas do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) divulgadas no fim de 2025, cerca de 61,9 milhões de brasileiros têm seus rendimentos referenciados no salário mínimo nacional. Desse total, 29,3 milhões são aposentados e pensionistas do INSS, 17,7 milhões são empregados, 10,7 milhões trabalhadores autônomos, 3,9 milhões empregados domésticos e 383 mil empregadores.


Fonte: Portal SECOM


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