Juíza revê decisão e Metropolitano espanta risco de não jogar mais pela Série B de SC
Juíza revê decisão e Metropolitano espanta risco de não jogar mais pela Série B de SC
Juíza revê decisão e Metropolitano espanta risco de não jogar mais pela Série B de SC
O Metropolitano e sua torcida podem respirar aliviados. A juíza Michelle Denise Durieux Lopes Destri, da 2ª Vara do Trabalho de Blumenau, reconsiderou a própria decisão e, na noite desta quarta-feira (4), liberou o clube de disputar competições de futebol, entre elas a Série B do Campeonato Catarinense.
Em despacho, a magistrada reconheceu que o Metropolitano voltou a colaborar no processo movido por ex-jogadores e um ex-assessor de imprensa, que cobram na Justiça uma dívida trabalhista que gira em torno de R$ 800 mil.
O impasse havia feito a juíza determinar, em 14 de maio, a proibição do clube de disputar competições e inscrever novos jogadores. Um pedido de reconsideração, no entanto, fez ela dar uma “trégua” e autorizar a partida, no último sábado (31), contra o BEC, que venceu o clássico por 1 a 0.
Na decisão desta quinta, a juíza observa que o clube não demonstrava interesse em resolver a situação, que se arrasta desde 2016. Agora, no entanto, o Metropolitano tem comparecido a audiências e vem cumprindo decisões judiciais.
“É imperativo que o executado assuma suas responsabilidades para com os credores trabalhistas e adote postura colaborativa com vistas a apresentar soluções concretas para quitação do crédito dos atletas que aguardam há aproximadamente 10 anos pelo recebimento de seus haveres”, anotou ela.
Polêmica e contestada por diretoria e torcedores, a decisão inicial da juíza pela proibição foi interpretada como um “susto” para que o clube buscasse solução para o imbróglio. Surtiu efeito.
Apesar da liberação, ainda não há acordo definitivo entre as partes. Em audiência de conciliação realizada na terça (3), a diretoria do Metropolitano informou que o conselho aceitou a proposta de parcelamento de pagamento da dívida discutida no processo. Um depósito de R$ 15 mil chegou a ser feito na última sexta-feira (30), às vésperas do clássico. No entanto, o clube discorda de que uma eventual SAF herde os débitos.
Diante disso, os credores rejeitaram o acordo, temendo que o clube não honre com os compromissos caso a SAF seja constituída. Segundo a ata da audiência, o Metropolitano também informou não ter garantias a oferecer. O caso segue tramitando na Justiça.
Fonte: Portal NSC
Reportagem: Pedro Machado
Foto: Patrick Rodrigues, NSC Total
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