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Variante da Covid-19 com 75 mutações já se espalha por mais de 20 países e gera alerta

Variante da Covid-19 com 75 mutações já se espalha por mais de 20 países e gera alerta

Variante da Covid-19 com 75 mutações já se espalha por mais de 20 países e gera alerta
Variante da Covid-19 com 75 mutações já se espalha por mais de 20 países e gera alerta (Foto: Reprodução)

Variante da Covid-19 com 75 mutações já se espalha por mais de 20 países e gera alerta


A nova variante da Covid-19 chamada “Cicada” já circula em 23 países e chama a atenção de cientistas e virologistas do mundo inteiro pelo número elevado de alterações genéticas.


A sublinhagem da Ômicron possui mais de 70 mutações e pesquisadores avaliam os riscos de escape imunológico enquanto a cepa se espalha pelo mundo.


A “Cicada” (cigarra, em português), nova variante da Covid-19, é tecnicamente identificada como BA.3.2. Ela foi detectada pela primeira vez em 2024 e, desde então, o CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças) dos Estados Unidos confirmou sua presença em diferentes continentes.


De acordo com especialistas, a Cicada faz parte da evolução natural do vírus, que acumula mudanças para continuar circulando entre a população. Renato Kfouri, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), explica que o vírus parou de dar grandes “saltos” entre variantes e agora evolui por meio dessas subvariantes.


O que mais impressiona a comunidade científica na Cicada é a quantidade de alterações. São cerca de 75 mutações localizadas na proteína Spike, a estrutura que o vírus utiliza para invadir as células do corpo humano.


Segundo Juarez Cunha, diretor da SBIm, esse volume alto de mudanças pode facilitar o “escape de anticorpos”. Na prática, o sistema imunológico de quem já foi vacinado ou teve a doença pode ter mais dificuldade para reconhecer o vírus de imediato, embora isso não signifique que a doença será mais agressiva.


Até o momento, o perfil clínico da Cicada não apresenta grandes novidades em relação às outras versões da Ômicron. Os sintomas relatados por pacientes ao redor do mundo seguem um padrão de infecção respiratória leve na maioria dos casos:


Febre;

Tosse;

Dor de garganta;

Coriza e congestão nasal;

Dor de cabeça e no corpo;

Cansaço;

Diarreia (em alguns casos específicos).


Mesmo com as mutações, as vacinas atuais continuam sendo a principal ferramenta de proteção. O alerta principal recai sobre a queda na cobertura vacinal, especialmente em grupos de risco como idosos e gestantes.


Fonte: Portal ND


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