Desastres climáticos afetaram mais de 336 mil pessoas no país, em 2025
Desastres climáticos afetaram mais de 336 mil pessoas no país, em 2025
Desastres climáticos afetaram mais de 336 mil pessoas no país, em 2025
O ano de 2025 foi o terceiro mais quente já registrado no planeta, com a temperatura média global atingindo 1,47 grua Celsius (°C) acima dos níveis pré-industriais (1850–1900).
No Brasil, esse aquecimento se refletiu em uma sucessão de eventos climáticos extremos que impactaram diretamente 336.656 pessoas e geraram prejuízos econômicos da ordem de R$ 3,9 bilhões.
Os dados constam do mais recente relatório Estado do Clima, Extremos de Clima e Desastres no Brasil, elaborado pelo Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden).
A publicação é elaborada a partir de informações de órgãos, serviços e programas de monitoramento do clima de diferentes regiões do planeta, como o europeu Serviço de Mudanças Climáticas Copernicus.
De acordo com os dados, no ano passado, a temperatura média global atingiu 14,97 °C – ficando apenas 0,01 °C abaixo da registrada em 2023 e 0,13 °C abaixo de 2024 – o ano mais quente da série histórica
“As altas temperaturas globais, juntamente com os níveis recordes de vapor d’ água na atmosfera em 2025, desencadearam ondas de calor sem precedentes, secas, incêndios e chuvas intensas, causando impactos significativos e miséria a milhões de pessoas", sustentam os autores do relatório.
Destacando que o número de desastres climáticos, no Brasil, aumentou 222% entre o início da década de 1990 e os três primeiros anos de 2020, o Cemaden alerta para a tendência de mais eventos extremos nos próximos anos, incluindo ondas de calor cada vez mais frequentes e intensas, e menos ondas de frio, sendo algumas delas muito intensas.
Para o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, ao qual o Cemaden está vinculado, a consolidação dos dados reforça a importância de investimentos em ciência e tecnologia; do monitoramento contínuo e da integração entre pesquisa e gestão pública como forma de antecipar riscos e reduzir vulnerabilidades.
Para a pasta, fortalecer a capacidade científica nacional é fundamental para enfrentar um cenário climático cada vez mais desafiador e complexo.
Fonte: Portal Agência Brasil
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