MP reabre investigação contra Carlos Bolsonaro por suposta rachadinha
MP reabre investigação contra Carlos Bolsonaro por suposta rachadinha
MP reabre investigação contra Carlos Bolsonaro por suposta rachadinha
O ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL) volta a ser alvo de investigação por suposta prática de rachadinha durante mandato na Câmara Municipal do Rio de Janeiro. A decisão ocorreu após o Ministério Público do RJ reabrir o caso, que havia sido arquivado em 2024.
A reabertura do caso ocorreu após a assessoria criminal da Procuradoria-Geral de Justiça (PGJ) enxergar necessidade de prosseguir com as investigações contra o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro. A informação é do Metrópoles.
Na denúncia, o MP alertou para um esquema de corrupção no gabinete do ex-vereador Carlos Bolsonaro entre os anos de 2005 e 2021.
A investigação do MP foi motivada, em parte, por suspeitas sobre a evolução patrimonial de Carlos. A primeira declaração de bens do vereador ao TSE em 2024, no valor de R$ 687 mil, levantou questionamentos públicos, pois era inferior à venda recente de dois imóveis (R$ 1,25 milhão) e omitia empresas.
Posteriormente, a declaração foi retificada e o valor total saltou para R$ 1.982.689,43, passando a incluir as empresas e atualizando os valores de imóveis.
De acordo com a PGJ, a análise do caso em 2024 desconsiderou provas contra o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro. Por isso, pediu ao MPRJ a reabertura das investigações.
Carlos renunciou ao mandato na Câmara Municipal do Rio de Janeiro em dezembro de 2025 para disputar uma vaga no Senado por Santa Catarina nas próximas eleições. Mas o cenário ainda é incerto.
No último dia 18, Carlos Bolsonaro publicou uma foto ao lado da deputada federal Caroline De Toni (PL-SC). A postagem ocorre em meio às articulações sobre quem deve disputar as vagas de Santa Catarina no Senado com o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Segundo a jornalista Jussara Soares, da CNN, Jair deu sinal verde para uma chapa pura do PL com Carlos Bolsonaro e Caroline De Toni. A decisão impactaria diretamente Esperidião Amin (PP), político catarinense com mais de 50 anos de carreira política no estado.
Fonte: Portal ND
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