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Canetas emagrecedoras do Paraguai são vendidas online e sem receita em meio ao aumento de notificações de mortes suspeitas por efeitos adversos no Brasil

Canetas emagrecedoras do Paraguai são vendidas online e sem receita em meio ao aumento de notificações de mortes suspeitas por efeitos adversos no Brasil

Canetas emagrecedoras do Paraguai são vendidas online e sem receita em meio ao aumento de notificações de mortes suspeitas por efeitos adversos no Brasil
Canetas emagrecedoras do Paraguai são vendidas online e sem receita em meio ao aumento de notificações de mortes suspeitas por efeitos adversos no Brasil (Foto: Reprodução)

Canetas emagrecedoras do Paraguai são vendidas online e sem receita em meio ao aumento de notificações de mortes suspeitas por efeitos adversos no Brasil


A busca pelo emagrecimento criou um novo segmento de mercado ilegal na internet: a venda de canetas emagrecedoras contrabandeadas do Paraguai. Tudo sem receita médica. A procura desenfreada pelo corpo magro fez disparar o número de notificações de hospitalizações e de mortes por suspeita de efeitos adversos das injeções no Brasil.


O comércio ilegal ocorre presencialmente no Paraguai e pela internet no Brasil em diversas plataformas. A reportagem identificou grupos no Telegram e no WhatsApp comercializando canetas emagrecedoras indiscriminadamente. Vídeos de brasileiros cruzando a fronteira também circulam no TikTok e buscam atrair mais clientes.


Para obter as canetas, não precisa de exame ou justificativa: basta pedir e pagar.


Uma caixa de 60 mg é vendida por R$ 1,3 mil, mais R$ 80 para a entrega em São José, em Santa Catarina. O vendedor diz que os medicamentos já estão no Brasil e que demoraria apenas seis dias para chegar à Grande Florianópolis. 


A venda ilegal das canetas na internet é um dos sintomas do mercado ilegal desenfreado dos emagrecedores nos últimos anos no Brasil.


Dados da Receita Federal, obtidos com exclusividade pelo ND Mais, mostram que o número de canetas emagrecedoras apreendidas no país passou de 2.544 unidades para 30.011, entre 2024 e 2025, um salto de 1.079%.


Apenas as 30 mil canetas apreendidas no ano passado representaram um prejuízo de R$ 31,8 milhões ao crime organizado. Entre as apreensões, Paraná se destaca de longe, com 13 mil.


Fonte: Portal ND


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