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Porto Alegre confirma 1º caso de mpox em 2026 e faz alerta no Carnaval: ‘Evitar contato’

Porto Alegre confirma 1º caso de mpox em 2026 e faz alerta no Carnaval: ‘Evitar contato’

Porto Alegre confirma 1º caso de mpox em 2026 e faz alerta no Carnaval: ‘Evitar contato’
Porto Alegre confirma 1º caso de mpox em 2026 e faz alerta no Carnaval: ‘Evitar contato’ (Foto: Reprodução)

Porto Alegre confirma 1º caso de mpox em 2026 e faz alerta no Carnaval: ‘Evitar contato’


A Vigilância Epidemiológica confirmou o primeiro caso de mpox em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, em 2026. A prefeitura alertou foliões a se prevenirem para evitar a infecção pelo vírus durante o Carnaval.


O paciente é um morador de Porto Alegre que contraiu a doença fora do Rio Grande do Sul, segundo a Vigilância Epidemiológica municipal. Em 2025, foram confirmados 11 casos na capital gaúcha.


"Quem vai festejar o Carnaval deve examinar sua pele e observar a presença de erupções, bolhas ou feridas, especialmente na área genital, boca, mãos e pés antes de sair”, ressalta a enfermeira Raquel Carboneiro, gerente em exercício da Vigilância Epidemiológica.


Também conhecida como monkeypox ou varíola dos macacos, a doença é causada pelo vírus mpox (MPXV), pertencente ao mesmo gênero do vírus da varíola. O vírus foi descoberto em 1958, quando pesquisadores da Dinamarca investigavam um surto infeccioso em macacos oriundos da África.


Segundo o Ministério da Saúde, a transmissão pode ocorrer de três formas:


. Pessoa infectada

. Materiais contaminados com o vírus

. Animais silvestres (roedores) infectados


A doença é transmitida sobretudo pelo contato direto com uma pessoa infectada, por meio de pus ou sangue das lesões na pele. O vírus também é transmitido por meio da saliva, em razão de feridas na boca.


A transmissão por meio de gotículas e outras secreções respiratórias requer exposição próxima e prolongada. Isso significa que familiares, parceiros íntimos e profissionais da saúde correm maior risco de contaminação.


Os principais sintomas da doença incluem:


. febre

. dor de cabeça

. dores musculares

. fraqueza

. gânglios inchados (ínguas)

. lesões e erupções na pele


Em caso de suspeita, é importante procurar atendimento em uma unidade de saúde, usar máscara e manter as lesões cobertas. O período de incubação varia de três a 21 dias, com média entre dez e 16 dias.


"Pessoas com sintomas não devem frequentar blocos nem manter contato sexual ou íntimo”, alerta a Vigilância Epidemiológica de Porto Alegre. “A orientação é manter atenção aos sinais após o feriado”.


Fonte: Portal ND

Foto: Reprodução/ND


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