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Cobras, aranhas e escorpiões dão “as caras” no verão e aumentam acidentes em Santa Catarina

Cobras, aranhas e escorpiões dão “as caras” no verão e aumentam acidentes em Santa Catarina

Cobras, aranhas e escorpiões dão “as caras” no verão e aumentam acidentes em Santa Catarina
Cobras, aranhas e escorpiões dão “as caras” no verão e aumentam acidentes em Santa Catarina (Foto: Reprodução)

Cobras, aranhas e escorpiões dão “as caras” no verão e aumentam acidentes em Santa Catarina 


Santa Catarina registrou 6.186 atendimentos após acidentes com animais peçonhentos como cobras, aranhas e escorpiões em 2025. O número é 2,57% maior que no ano anterior, quando foram registrados 6.031 casos. Segundo especialistas, as ocorrências aumentam principalmente no verão e em períodos de chuva prolongadas.


Conforme dados do Centro de Informação e Assistência Toxicológica de Santa Catarina (Ciatox/SC), nos últimos dez anos, entre 2014 e 2024, a maioria das ocorrências de acidentes com os animais peçonhentos ocorrem principalmente entre outubro e fevereiro. Não há dados detalhados sobre como foi o ano de 2025.


Secretaria de Estado da Saúde (SES), períodos mais quentes do ano, como primavera e verão, favorecem a maior atividade desses animais pois eles possuem mais oferta de alimento, aumentam seu metabolismo e se deslocam com maior frequência, saindo de seus abrigos em busca de parceiros para reprodução. Essa época é marcada pelo período reprodutivo de diversas espécies de animais peçonhentos, aumentando o risco de encontros com humanos.


Entre os animais peçonhentos que causam esses acidentes estão aranhas, escorpiões, serpentes e até lagartas. 


No Norte do Estado, as serpentes lideram a lista dos animais peçonhentos mais comuns. Jararacas, jararacuçus e cobras-corais aparecem com frequência, favorecidas pelo clima da região. Em épocas específicas do ano, especialmente no verão, também há registros de escorpiões. Os riscos não se limitam aos humanos, os animais domésticos, como cães e gatos, também estão suscetíveis a acidentes. Segundo Dalle-Court, isso ocorre porque esses pets mantêm o instinto de caça. Ao se depararem com uma serpente ou escorpião, tentam atacar, o que provoca a reação defensiva do animal peçonhento. Dependendo da espécie, do local da picada e da quantidade de veneno inoculada, o acidente pode ser grave e até fatal. 


Fonte: Portal NSC 

Reportagem: Fernanda Silva

Foto: Parque Ecológico Imigrantes


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