Santa Catarina mantém a menor taxa de desemprego do país e avança em ações de qualificação para ampliar oportunidades no mercado de trabalho.
Santa Catarina mantém a menor taxa de desemprego do país e avança em ações de qualificação para ampliar oportunidades no mercado de trabalho.
Santa Catarina mantém a menor taxa de desemprego do país e avança em ações de qualificação para ampliar oportunidades no mercado de trabalho.
Santa Catarina mantém a menor taxa de desemprego do país e segue avançando nas ações para qualificação de mão de obra e criação de oportunidades no mercado de trabalho. No terceiro trimestre de 2025, o estado registrou taxa de desocupação de 2,3%, empatado com Mato Grosso e muito abaixo da média nacional de 5,6%. Os dados do terceiro trimestre da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) foram divulgados recentemente pelo IBGE. novembro.
A Secretaria de Estado do Planejamento (Seplan) acompanha e analisa esses indicadores de forma contínua. Por meio da Diretoria de Políticas Públicas, a Seplan realiza estudos voltados a identificar tendências regionais e perfis da população em busca de emprego, a fim de manter e ampliar a liderança catarinense no mercado de trabalho.
“As análises qualificadas oferecem informações fundamentais para embasar e direcionar as ações do Governo do Estado. Com base nos dados, podemos auxiliar o governador Jorginho Mello no planejamento e implementação de políticas públicas ainda mais eficientes. Queremos entender e atender às demandas específicas de cada região, a fim de fortalecer o desenvolvimento de Santa Catarina como um todo. Já identificamos que a capilaridade é uma força catarinense e vamos continuar investindo para que cada município tenha condições de crescer”, declarou o Secretário de Estado do Planejamento, Fabricio Oliveira.
Em suma, os resultados trimestrais da PNAD Contínua revelam uma redução significativa na taxa de desemprego nos terceiros trimestres dos últimos anos em Santa Catarina. Passou de 3,8% em 2022, para 3,6% em 2023, e 2,8% em 2024, culminando com o atual resultado de 2,3% em 2025.
O Secretário da Seplan, Fabricio Oliveira, analisa que “o avanço consistente na geração de empregos em Santa Catarina revela uma trajetória positiva da atual gestão estadual. O governador Jorginho Mello vem implementando políticas eficazes para estimular o desenvolvimento econômico e a inclusão produtiva. Os números refletem o dinamismo do mercado de trabalho catarinense e demonstram o fortalecimento progressivo da empregabilidade e condições de vida da população residente em nosso estado”, afirmou o Secretário.
anta Catarina também se destaca nacionalmente ao apresentar a menor taxa composta de subutilização da força de trabalho, de 4,4%, enquanto a média nacional é de expressivos 13,9%. Esse indicador reúne a proporção de pessoas desocupadas, subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas e aquelas que, embora disponíveis, deixaram de procurar emprego. Ou seja, os dados evidenciam que SC não só emprega mais, como também oferece oportunidades com maior qualidade.
Outro desempenho catarinense acima da média é o percentual de desalentados no estado, de apenas 0,3%, diante de uma média nacional de 2,4%. Essa população é composta por pessoas que, embora estivessem disponíveis para trabalhar na semana de referência, não buscaram uma vaga de emprego nos 30 dias anteriores à pesquisa, geralmente devido à idade, qualificação, localidade, ou outros motivos pessoais.
Complementando o cenário, SC tem a menor taxa de informalidade do Brasil, de 24,9%, seguido pelo Distrito Federal (26,9%) e São Paulo (29,3%). No Brasil, a taxa média é de 37,8% da população ocupada. No Nordeste, essa taxa chega a 57%.
Fonte: SECOM Santa Catarina
Texto: Micheline Krause e Adriana Quinaud
Foto: Maurício Vieira/Arquivo/Secom GOVSC
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